sábado, março 31, 2012

The Adventure Over YUI HORIE ~Secret Mission Tour~ (Parte 2)

Agora sim, depois de uma semana da postagem anterior, e duas semanas do live, estou de volta para concluir sobre o live tour da Yui Horie. Pra começar, mesmo em se tratando da minha adorável “Hotchan”, sou péssimo para decorar set list de lives, mas pelo menos desta vez, eu já conhecia a maioria das músicas cantadas. É que no Budokan Live, em 2009, eu ainda estava começando a colecionar os CDs da Yui! E também não tenho memória fotográfica, então vou contar mais ou menos as minhas impressões, utilizando-se de alguns blogs de japoneses, que também foram no show...rsrsrs!
Uma das coisas legais no lives da Yui, é que rola toda uma história estilo RPG, e o começo é igualzinho ao live anterior, com a Yui se perdendo no caminho ao NHK Hall (antes era o baile no Budokan). Ela acaba subindo no topo de uma montanha e encontra um “yôsei” (fadinha) chamado Eco-chan, que pede a Yui que salve o reino das fadas da malvada “Miss Monochrome”, a vilã da história, que odeia cores e quer transformar tudo em preto e branco. A partir daí, já era esperado que a Yui interpretasse três personagens, mas a diferença, é que o Eco-chan e a Miss Monochrome eram personagens apenas visrtuais, ou seja, ela só emprestou a voz. No live anterior, a Yui tinha que ficar trocando de figurino e papel, a toda hora! E estando no cume de uma montanha, a primeira música não poderia ser outra senão o “YAHHO!!', tema de encerramento de Kanamemo. Afinal, gritar “Yahho...” para ouvir o eco é providencial! Desta vez, o tema foi o seu último single, Coloring (ED de Papa no iukoto wo kikinasai!), além de seu oitavo álbum, Himitsu. Dentre algumas que ela cantou estão, Days (OP de Nagasarete Airantou), Vanilla Salt (ED de Tora-Dora), Silky Heart (OP de Tora-Dora), PRESENTER (ED de DOG DAYS), Inmoralist (OP de Dragon Crisis) etc.
Alguns pontos que eu destaco no live foram: 1) Pela primeira vez, terem utilizado a colaboração de dubladores, para fazerem os animais da floresta (Leão, onça, coelho e esquilo), que ajudam a Yui a invadir o castelo da Miss Monochrome. Esses animais, na verdade, eram suas dançarinas. Na hora, não reconheci nenhuma das vozes, só sabendo pelos créditos: Keiji Fujiwara, Shotaro Morikubo, Megumi Hayashibara e Akemi Kanda. 2) Uma parte legal, é que para invadirem o castelo, Yui e os animais começam a andar pelo público. É nessas horas que eu gostaria de estar no primeiro piso! Ela acaba sendo descoberta, e quando encontra o “Kumaster” (Barman do live anterior), vai correndo ao palco, mas percebe que algo está diferente – ele havia sido transformado num “Kaizô Ningen” (Robô). Aliás, esse era o objetivo da Miss Monochrome, transformar todos em robôs, sem sentimentos. 3) Yui acaba sendo transformada também, e nesse momento ela sai de palco, para um descanso, enquanto rola uma conversa pré-gravada entre ela e o Kumaster, o cientista que realiza a operação. Daí é que vem uma parte bem engraçada, quando ele coloca um chave para ela se lembrar dos personagens que já tinha feito (como se já não se lembrasse). Ah, tem um switch da “Naru Narusegawa” (Love Hina) aqui, diz o Kumaster dando início a sessão de imitações, com personagens como Kotori Shirakawa (D.C. Da Capo), Makie Sasaki (Negima!?), Minori Kushieda (Tora-Dora) entre outros. 4) Agora, acho que o grande destaque mesmo foi a vilã, Miss Monochrome, simplesmente a Hatsune Miku, com cabelos brancos. Ninguém segurou o riso, quando baixaram um telão transparente, refletindo a imagem virtual. Acho que agora eu sei, como fazem os shows da Hatsune Miku. Parecia que ela estava realmente ali no palco, dançando ao som da música “Monochrome”, do single Coloring. Inclusive, o vocal da Yui para esta música combinou perfeitamente para uma Vocaloid. No fim das contas, o ponto fraco da Miss Monochrome era uma única pilha, e bastou a Yui retirá-la e jogar fora, pra tudo voltar ao normal. 5) Vale destacar que, a Yui voltou a ser humana, através do poder de sua música...rsrsrs! Daí veio o encerramento, novamente com a música YAHHO! (assim como em 2009), e uma cena típica de filme de suspense, com uma mão azul (Kumaster) recolhendo a tal pilha, a tela se escurece, e aparece a mensagem “...to be continued”. Fica aí o mistério, se a história vai continuar ou não na próxima turnê!
Depois veio a parte com o bate-papo com a Yui, mas só não podia citar que a vilã era a Hatsune Miku... Mas a Yui soltou o seguinte comentário, “Qual é a dela (Hatsune Miku), quer ser mais popular que eu?” Para a escolha de uma das músicas do encore (bís), utilizou-se um joguinho de sorte, sendo que das três opções, duas eram as mesmas do dia anterior. Mas ela fez questão de sair a música diferente, a Love Destiny (OP de Sister Princess). Mas antes, ela cantou a “Sakura”, tema de seu primeiro álbum, uma das músicas que eu mais curto, e que raramente ela cantava. Por fim, ela encerrou com o “happy happy*rice shower”, como em 2009.
O live começou exatamente às 18h30 e se encerrou por volta das 21h10. Foi fantástico, e se eu pudesse iria novamente! Valeu ter “perdido” um dia de trabalho! Valeu ter conhecido o famoso NHK Hall! Até a próxima!

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