segunda-feira, fevereiro 18, 2013

THE IDOLM@STER Museum [2013-02-17]

Tão logo saímos do Good Smile Café, por volta das 16h45, fomos direto para a estação JR Akihabara, embarcamos na linha Sobu, sentido Mitaka, e descemos no nosso segundo destino, Nakano, local onde fica a galeria Nakano Broadway. Como eu já havia comentado, a segunda parte do passeio seria visitar o THE IDOLM@STER Museum, dentro de um Game Center da Namco, nessa Nakano Broadway. Mas por pouco, a gente não desiste de ir, caso não tivéssemos sido atendidos rapidamente no GSCafe. Além do Museu, também fazia parte dar uma passada nas diversas lojas da Mandarake, mas isso vai ficar para uma próxima visita. Aparentemente, o tal museu, na verdade, foi algo mais improvisado, menor do que eu imaginava. Na entrada, só haviam duas máquinas de crane-game, com itens de iM@S, uma delas, aquela caixa de bala Puccho, de Cinderella Girls. Pensei que trariam os mesmos brindes que teve no Namco Namjatown, mas nada!
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Crane-Game com poucos itens. O material autografado. Acho que eu tinha essa NOURS.
Em termos de exposição, ficou a desejar, com apenas uma vestimenta da Rin Shibuya (Cinderella Girls), alguns quadros, sketch board da música Visionary (Shiny Festa-Funky Note), mas o destaque ficou por conta dos materiais de época autografados pelas dubladoras. Mas o que valeu a visita foi mesmo ter visto novamente o arcade que originou o THE IDOLM@STER, que eu já tinha visto uma única vez, em Ikebukuro, em 2005. Nostalgia, ver aqueles gráficos tão inferiores quanto a versão do PSP, mas com a mesma jogabilidade. O Kiyoshi fez um novo cartão e matou a saudade do jogo, obviamente com a Azusa Miura! E jogar em tempo real, sem poder dar "load" era outra coisa. É que pra quem jogou a versão do PSP, sabe que podia trapacear, "pausando" o jogo. Ah, e não podia me esquecer da máquina de bater cartão, desses que tem em firmas. Você comprava um cartão personalizado da 765PRO, por ¥300, nas versões de 2012 ou 2013, e batia como se fosse funcionário da 765PRO. E se você bater a entrada num dia e a saída no outro, ou seja, comprovando que veio em dois dias alternados, ganha-se um post card (dentre 12 modelos, uma de cada idol). O risco que pode acontecer, é de muita gente tentar trapacear, pois essa máquina da Amano é padrão. Por enquanto, não se sabe até quando o museu vai funcionar, mas já combinamos eu e o Kiyoshi, de voltarmos lá um dia. Não esqueçam de visitar o álbum no facebook.
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 A máquina de bater cartão. Só "trabalhamos" menos de 30 minutos! Ao lado, o cartão de 2012 e 2013, mais os goods exclusivos vendidos pela Namco.

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